Desde o início deste mês, o Inca, Instituto Nacional de Câncer do Ministério da Saúde, começou a utilizar robôs em cirurgias de retirada de tumores cancerígenos localizados na cabeça e no pescoço.
Nessas áreas, as cirurgias são sempre mais complexas e resultam em grandes cortes e cicatrizes profundas.
Segundo o diretor-geral do Inca, Luiz Antônio Santini, o maior benefício da nova técnica é o conforto para o paciente, que poderá ter um pós-operatório mais suave e com uma recuperação mais rápida.
O diretor-geral do Inca explica que até hoje só existiam no Brasil três equipamentos como esse, mas todos na rede privada.
Santini considera um avanço tecnológico para o País:Esse é o primeiro equipamento utilizado pelo SUS e contou com um investimento do Ministério da Saúde de 5 milhões de reais.
O robô é controlado pelo médico numa cabine, à distância.
O profissional manipula os quatro braços do robô, um deles tem câmeras que permitem visão em 3D e amplia a imagem de 10 a 15 vezes.
Fonte: agenciadoradio.com.br